Curiosidades
Queda de cabelos
Você anda se assustando com a quantidade de fios de cabelo que deixa nas escovas? Eles também se espalham pelo travesseiro? A queda de cabelo, antes um problema quase exclusivamente masculino, hoje afeta cada vez mais mulheres. O aumento de fatores como o estresse, rotina agitada, poluição, má alimentação, entre outros, está associado a essa mudança. A queda dos cabelos também pode ocorrer graças a problemas hormonais ou pela genética.
Não bastassem essas possíveis causas, os fios ainda estão sujeitos a uma outra novidade da vida moderna. Com o avanço dos tratamentos estéticos, os cabelos ainda enfrentam longas sessões no salão, com direito a alisamentos, colorações e à aplicação dos mais diversos produtos. Cabelos mais fracos sofrem ainda mais com esses processos.
Alguns sinais podem ajudar a descobrir quando é hora de procurar ajuda. Se o cabelo se torna escasso na parte superior da cabeça ou você pode perceber certa transparência, através da qual o couro cabeludo fique visível, é bom ficar atenta. Os fios também costumam ficar mais frágeis e claros quando existe algum problema. As áreas menos afetadas são as próximas à nuca e à testa.
Se o seu cabelo não anda parando no lugar, a dica é identificar hábitos prejudiciais ao couro cabeludo e os fios, como o tabagismo ou constantes aplicações de produtos clareadores. Caso o problema persista, procure a orientação de um dermatologista.
Os tratamentos mais comuns para identificar o problema são a fatotricoscopia, fototricograma, controle fotográfico e perfil feito em laboratório, entre outros. Eles podem avaliar o crescimento dos fios, sua qualidade, composição e até se existem doenças relacionadas com a queda. Depois de feita uma análise mais apurada das causas, é indicado o tratamento.
Geralmente, os dermatologistas optam por remédios tomados por via oral que bloqueiam a produção de um hormônio responsável pela queda, ou por produtos aplicados no local, que aumentam a circulação e estimulam a produção de fios. Pode ser também utilizada a mesoterapia, sessões de injeção do medicamento no local. A carboxiterapia aumenta a oxigenação e a circulação no local e o laser é utilizado para estimular a nutrição dos fios e a circulação. Em alguns casos, o transplante também é uma boa alternativa: fios naturais são retirados da própria paciente e implantados onde há falta de cabelo.
Lembre-se que os cabelos caem naturalmente, especialmente no inverno, quando a incidência de luz no couro cabeludo é menor. Por isso, não precisa se desesperar se sobrar algum cabelo nas mãos após a lavagem. Procure ajuda apenas se notar a fraqueza e uma quantidade grande de fios perdidos.
Fonte: Meia Fina
Fica a dica!
Obesidade Canina
Você acha que sou cãozinho encorpadinho é a coisa mais fofa do mundo? Cuidado com essa fofura toda, ela pode ser prejudicial para o seu cachorro. A obesidade canina não é rara, ainda mais em tempos de apartamentos, pouco exercício e uma alimentação nem sempre muito saudável e adequada.
Os animais que estão acima do peso apresentam frequentemente níveis altos de colesterol e triglicerídeos, substâncias que podem ser responsáveis por problemas sérios de saúde. Entre as complicações do sobrepeso, estão as alterações neurológicas, danos à vista e até convulsões. A diabete, problema que incomoda muito os humanos e restringe alguns hábitos, também pode afetar os cães. O excesso de peso também causa comumente problemas cardíacos e ósseos.
Para perceber se seu bichinho está correndo algum risco, basta ficar de olho. Os quilos a mais, como em nós, ficam aparentes nos animais, deixando-os com aspecto gordinho. A gordura fica acumulada principalmente na região do pescoço e a pele forma dobras que não são comuns na raça. Geralmente, um dos primeiros sinais pode ser visto nas costelas, que deixam de ser visíveis.
Eles passam a mostrar também alguns sintomas claros, como a sede excessiva, sonolência e a perda de fôlego quando são levados para passear ou se movimentam por mais tempo do que o usual.
A principal causa do problema é a alimentação inadequada, com exagero na quantidade de ração ou alimentos humanos, como restos de comida do almoço. O ideal é investir em rações específicas para a idade e condições de seu cão – cães idosos, filhotes, cadelas gestantes, entre outros – e respeitar as quantidades recomendadas. A falta de exercícios físicos também pode agravar o problema. Escolha a raça de acordo com o espaço que o animal poderá ocupar e sua disponibilidade para passear com o cãozinho. Atenção a este fator especialmente se você mora em apartamento. Os problemas hormonais também são causa recorrente da obesidade, mas seu diagnóstico é mais complicado e o tratamento deve ser feito com o acompanhamento de um veterinário.
Caso você identifique qualquer uma dessas características em seu cachorro, procure um veterinário. Ele poderá comparar o peso do animal ao peso médio da raça e dar orientações. O tratamento da obesidade canina é geralmente feito com exercícios, monitoramento hormonal e metabólico, acompanhamento e um plano nutricional que deve ser seguido à risca.
É importante estar atento às condições de saúde do seu bichinho e não deixar de assisti-lo em caso de necessidade. Assim você garante uma vida longa e tranquila ao seu companheiro.
personalidade e se livre das cobranças indevidas vindas de outras pessoas.
Fonte: Meia Fina